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"De Repente Pai", de Ken Scott, 2013

Filme do dia (50/2019) - "De Repente Pai", de Ken Scott, 2013 - David Wozniack (Vince Vaughn) é um homem meio atrapalhado, sem qualquer sucesso na vida, com dívidas com agiotas e um exemplo de incompetência em quase tudo o que faz. Em contrapartida, é uma pessoa afetuosa e generosa com todos que o cercam. Um dia, David recebe uma notícia bombástica - é o anônimo pai biológico de 533 jovens adultos, concebidos através do sêmen doado por David junto à uma clínica, na juventude. Para complicar a situação, David é informado por sua namorada que, juntos, terão um filho.





Comedinha boba, mas doce, o filme aborda, principalmente, as questões da paternidade e da responsabilidade sobre nossos atos e sobre aqueles que nos são caros. Discorre, ainda, acerca de empatia, generosidade, afeto, laços de família, e comunhão com os próximos. Logicamente, os temas são tratados com superficialidade, de uma maneira quase lúdica, sendo puro entretenimento e não devendo ser em levados muito a sério. Apesar de ter a profundidade de um pires - ou talvez justamente por isso - é um filme gostosinho, passa rápido e será facilmente esquecido em poucas horas. O maior mérito da obra está no elenco - além do ótimo Vince Vaughn - não sei bem porquê, mas tenho profunda simpatia pela cara de ué desse ator - o filme conta . também com um rotundo Chris Pratt no papel de melhor amigo e advogado fracassado de David, Brett, com ótimo apelo cômico. Ah, é uma grande bobagem, mas não dá para dizer que não me diverti. Indicado para quem não quer grandes divagações.

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