• hikafigueiredo

"Hora do Rush", de Brett Ratner, 1998

Filme do dia (173/2020) - "Hora do Rush", de Brett Ratner, 1998 - Quando a filha do cônsul chinês nos EUA é sequestrada, Lee (Jackie Chan), um policial amigo do cônsul, é chamado para investigar. Chegando aos EUA, Lee será recebido pelo policial Carter (Chris Tucker) cuja reputação não é das melhores, e, juntos, procurarão a refém.





Então... vou confessar um "guilty pleasure" meu... eu adoro o Jackie Chan... KKKKK... sei que muita gente vai torcer o nariz para esse meu gosto peculiar, mas fato é que eu acho o ator uma simpatia, gosto do seu humor e adooooro as coreografias das lutas dele, sempre envolvendo objetos cênicos, quaisquer que sejam eles. Sei que os filmes dele, em si, não são nada excepcionais - poucos filmes de ação são, aliás - mas sempre me prendem e eu me divirto à beça com eles. Esse aqui aposta no velhíssimo esquema de parceiros policiais com personalidades opostas que precisam trabalhar juntos - mote mais velho que andar para frente. O roteiro é simples e não tem nenhum absurdo cavalar, pelo menos nada que difira muito do lugar comum. O ritmo é intenso, acelerando à medida que se aproxima do clímax. Apesar de ser prioritariamente um filme de ação, tem bons momentos cômicos, muito mais por causa de Jackie Chan do que por conta de Chris Tucker, ator cômico que aposta na chatice para fazer graça (e que comigo não funciona). O melhor do filme são as coreografias das lutas, todas ótimas e, como de praxe, envolvendo cadeiras, vasos, bandejas, o que o personagem de Chan encontrar pelo caminho. No geral, padrão técnico de filme norte-americano, sem destaques. No elenco, Jackie Chan, simpatia em forma de gente, como sempre dispensando dublês (motivo pelo qual já se quebrou inteiro, coitado), no papel de Lee - pior é que Jackie Chan sempre interpreta o mesmo personagem... mas eu nem ligo... :P Chris Tucker no papel de policial Carter está chato como de costume, consegue falar mais que a minha filha de onze anos, incrível. Tom Wilkinson, ótimo ator, tem seu talento desperdiçado no papel de Thomas Griffin e Chris Penn faz uma pontinha safada. Ain... o filme é tão meia boca... mas eu não consigo negar que eu gosto.... Ah... filme pipoca sessão da tarde, tá? É isso.

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